A síndrome de Gabriela


Estava lendo um artigo onde a autora coloca parte da letra da musica Modinha para Gabriela interpretada pela Gal Costa, onde diz, “Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim: Gabriela, sempre Gabriela”. Claro a maioria das pessoas nascem e morrem a mesma pessoa em sua essência, mas durante a vida mudam bastante e sós aquelas que se arriscam conseguem mudar a si mesmo e ajudam a mudar o mundo, ou uma parte significativa das pessoas ao seu redor.
Muita gente passa por esta vida sem mudar nada, são acomodadas, algumas medrosas, outros fazendo sempre a mesma coisa dentro de sua “zona de conforto”, não que esteja bem, mas, mudar pra que, vai que piora, então continua na mesmice. E olha que tem muita gente “feliz” com tudo isso, e quem sou eu para dizer o contrário, afinal a individualidade deve ser respeitada, e a ideia de felicidade não é nada simples.
Apenas o que estou dizendo que tanto para as atividades profissionais e também para a vida para dar um salto de qualidade é necessário vencer o medo, aquele mesmo medo que é bom, que nos coloca limite, este medo tem de ser vencido para alcançar qualquer coisa. É o risco, nem sempre calculado.
Então, quem está preparado para abrir a porta do desconhecido? De trocar um emprego que não gosta? De sair de uma relação que não está feliz? De entrar em outra?
Bem, sem o novo, sem o desconhecido ainda estaríamos na idade da pedra lascada, só conseguimos evoluir quando nos arriscamos. E ninguém disse que vai dar certo pra todos.

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