Mulher saudável escolhe morrer aos 75 anos em clínica de suicídio porque não queria envelhecer


Gill Pharaoh, de 75 anos, não estava sofrendo de uma doença terminal ou mesmo depressão, mas estava determinada a não se tornar um fardo para sua família.

A ex-enfermeira, de Londres, Inglaterra, escolheu viajar para a clínica “Lifecircle” em Basel, Suíça, onde teve seu suicídio assistido realizado no mês passado.

Antes de morrer ela escreveu conselhos sobre como cuidar de membros da família à medida que envelhecem, e poucos dias antes de sua última viagem, também explicou o que levou à sua decisão. A idosa escreveu livros sobre o tema.

Gill disse não querer chegar ao ponto em que precisasse de muita ajuda, e relatou que não queria se tornar um fardo para seus filhos, Caron e Mark, ou mesmo ter um cuidador profissional, a quem se referiu como mal pagos, mal treinados e sem perspectivas de desenvolvimento de uma carreira.

Ela relatou, ainda, que a lei britânica sobre morte assistida a obrigou a manter segredo sobre sua intenção; contudo, os filhos e o marido, John, a quem descreveu como o “amor de sua vida”, sabiam da decisão.

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