O amor pelos animais é lindo!!!

OK, não é nenhum gatinho ou cachorrinho, mas é o “crocodilinho” querido que merece toda a atenção, afinal o crocodilo também é “gente”. Medo destas coisas e outras.

 

11998990_10207589337640987_3811337818597212406_n

“A batalha, que nós não escolhemos”

Quando Angelo Merendino reuniu-se com Jennifer, ele imediatamente percebeu que era o amor de sua vida. Após menos de dois anos, em 2008, eles se casaram no Central Park cercado por familiares e amigos. No entanto, cinco meses depois, ela foi diagnosticada com câncer de mama. Então começou o período mais difícil em suas vidas, foi uma verdadeira guerra. Amigos e parentes se dedicaram muito e ajudaram a pagar as contas médicas. O câncer foi vencido.
No entanto, em 2010, o câncer voltou e atingiu o fígado e ossos de Jennifer. Angelo começou a fazer fotografia Jen para enviar a suas famílias – o casal morava em Nova York, e toda a sua família em Ohio. Angelo documentou o tratamento e a dor sofrida por sua esposa. Jennifer morreu em 2011. Após sua morte, Angelo publicou um livro intitulado “A batalha que não escolhemos.”
Sei lá, cada um é cada um, não sei se Angelo fez a melhor escolha, não deixa de ser real, não deixa de ser verdadeiro, mas será que a exposição não foi demais. Não coloquei todas as fotos do livro porque o “face” podia até bloquear. Chocante.

 

11242195_10207457140776148_4081696973691269508_n 11863359_10207457136696046_3964792122836971865_n 11863432_10207457138136082_5646606030621596670_n 11866238_10207457139136107_7925819469823652196_n 11870683_10207457137656070_4058718041692221027_n 11870823_10207457137136057_33877057733796540_n 11873546_10207457138936102_7026640155162554666_n 11889477_10207457139816124_3167712733435492597_n 11892268_10207457140336137_4355300861260937853_n 11903779_10207457138496091_836745758773937273_n

No final somos de nós mesmo. Sempre!

Somos seres sociáveis, lógico, mas às vezes levamos isto a consequências extremas, e na ânsia muitas vezes de não assumir as responsabilidades sozinhos gostamos de dividir e noutras vezes transferir algumas responsabilidades. Temos de assumir de vez por todas que somos os únicos, exclusivos responsáveis pela nossa felicidade e não podemos repassar e cobrar de outros disto.

Às vezes passamos por muitos momentos gastando nossas energias, cobrando que alguém nos faça feliz e esquecemos que somos os únicos responsáveis por isto, somos donos de nós mesmos, estamos no controle de nossas emoções, nossos desejos e vontades, mas não temos o poder de controlar os outros, no máximo por um certo tempo podemos até manipular, mas jamais por todo o tempo.

Não somos a razão da vida de ninguém e também não precisamos desesperadamente de ninguém, somos sociáveis, mas o bastante para nos bastar.

Podemos pensar e fazer qualquer coisa, pode até demorar algum tempo, mas vamos descobrir que no final somos os únicos responsáveis pela nossa felicidade, mesmo que encontremos alguém que seja a nossa “metade” e que tenhamos a sensação que encontramos a felicidade. Ledo engano, não encontramos, só iremos ser felizes se a nossa metade for boa o bastante para ser feliz conosco mesmo.

images

Por que mulher gosta tanto de telefone?

Bem, e não é de hoje não, de um passado muito longínquo, que remonta de Graham Bell lá pelos idos de 1920, que apesar de ser chamado de “inventor do telefone” eu tenho quase certeza que tem teve a ideia foi uma mulher, e na verdade o que não consigo entender como a mulher conseguiu sobreviver até os anos 20 sem o telefone.

images

A nobre arte dos vendedores!

Todos nós no fundo somos vendedores, de uma forma ou de outra estamos obrigados a “vender” aquilo que somos(ou não), para o patrão, para a parceira, para os filhos, para os amigos, para a sociedade, enfim nem sempre o produto precisa ser excelente, mas sim o marketing e o argumento de venda aplicado.

ilusionista

Leite, torrada e mel

Este é o titulo de uma musica da banda sueca Roxete. Hoje é véspera de uma eleição que vai definir (novamente) os rumos do nosso País. Quantas vez já ouvi isso na minha vida. Apesar de todos os desmandos de tudo que está ai, o Brasil ainda se mostra maior que o abismo. Até quando? Não tenho a mínima ideia. Mas a ideia básica é que não quero falar disso não. Prefiro falar de leite, torrada e mel, onde você toma o seu café num sábado como hoje sombrio e escurecido pela chuva e na verdade não quer muito saber das noticias, do debate de ontem, das noticias da VEJA ou qualquer outra denuncia bomba.

Neste momento, quero apenas celebrar o que é bom, e o que acontece de bom em nossas vidas. As pessoas são diferentes, entretanto algumas insistem que para ser feliz tem de abraçar uma religião, tem de ajudar o próximo, tem fazer boas ações, afinal para ser feliz não pode se omitir, tem dê estender a mão para o próximo. Respeito e apoio estes pensadores. Mas, a felicidade por si só não existe, e cada pessoa dentro de si vai administrar este sentimento assim como outros para entender o isso realmente seja.

Para alguém ser feliz basta as vezes uma simples palavra, para outros um café com pão, ou um simples almoço. As vezes somos felizes mas não sabemos, outras vezes somos exigentes demais com este negócio de ser feliz e deixamos escapar muita coisa. Noutras acreditamos ser felizes e voltamos no negócio de zona de conforto, onde estamos na verdade acomodados. E assim, quem sou eu pra ficar discorrendo sobre este tema complexo que é a felicidade ainda mais querendo analisar outras pessoas.

Neste exato momento só quero me administrar e nem querer entender, apenas aceitar que quando a felicidade acontece você simplesmente utiliza daquela máxima “Vai ser feliz”, simples assim. De onde vem a felicidade, de onde vem o amor, como diz a musica pode até cair do céu, pode esbarrar na mesa de um bar, até no mundo virtual, mas temos de estar atentos para reconhecê-lo e ser reconhecido. E quando isto acontece você parte para pular os obstáculos, tirar algumas dores, e deixar apenas o sentimento bom continuar e não importa o lugar (onde), a distância (tempo) basta ter a certeza com quem você quer estar.

5852738118_f68ed46277_z