Comer cérebro de parentes mortos ajuda a criar imunidade contra a demência, afirmam cientistas

Comer cérebro de parentes mortos ajuda a criar imunidade contra a demência, afirmam cientistas

Segundo os cientistas, essa foi a maneira como as pessoas da tribo Fore em Papua Nova Guiné conseguiram afastar a doença.

A tribo Fore provou ter desenvolvido uma forte resistência à doença ao longo do tempo.

Segundo os resultados publicados na “Nature,” a partir de um estudo realizado por cientistas britânicos e de Papua Nova Guiné, esta vacina se dá através de um ritual onde a tribo come cérebros de parentes falecidos durante os funerais.

A doença atingiu seu pico na região em 1950, depois de 2% da população ser atingida em um ano.

A descoberto pode ajudar cientistas a abrirem portas para novas formas de combater a demência.

Então, alguém já imune?

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Você ouve seu coração?

Bem, não existe balela maior que esta. O único barulho que o coração faz é o compasso da pulsação do bombeamento do sangue para todo o corpo. Na verdade ele não diz nada, apenas, por uma licença poética, resolvemos adotar que temos dois órgãos em eterno conflito (ou não) o coração a emoção e o cérebro a razão, quando na verdade isto não existe, somos apenas nós contra nós mesmos, uma eterna batalha entre dois sentimentos, razão e emoção, onde alguns entendidos insistem em dizer que não podem conviver de forma pacifica.

Não sou um nerd, mas sempre gostei de filmes de ficção e séries, e uma das minhas preferidas sempre foi Jornada nas Estrelas, com o eterno  Capitão Kirk e o seu oficial de ciência Mr. Spock, o primeiro a emoção e o segundo a razão. Não vou me estender neste assunto, mas, Mr. Spock é um vulcano onde não tem sentimentos e tudo que faz pauta pela razão (o que não é totalmente verdade) e o capitão Kirk que prefere decidir pela emoção. Bem, porque estou falando disso. Simples, o ser humano tende a quase sempre descartar um destes sentimentos em detrimento do outro, como se fossem totalmente análogos e opostos, de planetas diferentes.

Somos seres humanos dotados de um cérebro que comanda tudo, inclusive nossas emoções e convive com a razão de forma harmoniosa isto se tivermos capacidade o suficiente de saber interpretar os sinais que a vida fornece.

Então temos de acabar de uma vez por todas com esta conversa de coração e cérebro. Nós temos o nosso livre arbítrio de escolher entre o certo e o errado, entre o bem e o mal, entre querer viver de uma forma ou de outra, de querer se apaixonar e viver um grande amor ou se contentar na mesmice. Então quando ouvirmos em uma canção, “escute o teu coração” na verdade olhe para dentro de você, e escute o seu pensamento, escute sua razão, escute sua emoção e decida pelo aquilo que vá lhe fazer feliz, que vá lhe fazer uma pessoa melhor. Nunca se esqueça que é você que esta decidindo por si mesmo, mesmo que você aceite conselhos de outra pessoa, a decisão final sempre será sua, assim como as consequências. Eu decidi ser feliz. Razão, emoção, isto pouco importa.

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